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Como fazer o SEO do seu site em WordPress

Eduardo Larbac - 8 de novembro de 2019

Como fazer o SEO do seu site em WordPress Como fazer o SEO do seu site em WordPress

Não é segredo para ninguém que os grandes motores de busca da internet são, hoje, a maior vitrine do mundo. O que nem todo mundo sabe é que as técnicas de SEO podem ajudar e muito um site a se posicionar nas primeiras páginas dos buscadores.

Justamente por isso, todas as melhores plataformas de hospedagem e de criação de sites estão se adaptando cada vez mais às técnicas e exigências de otimização. É o caso, por exemplo, do WordPress, um dos maiores gestores de conteúdo digital do mundo.

Cada vez mais sua plataforma se torna amigável aos parâmetros e algoritmos dos grandes motores de busca.

Assim, os conteúdos que são criados por meio dele, já contam com alguns comandos internos naturalmente compatíveis com as tendências atuais.

Além desses recursos próprios, porém, é possível recorrer a alguns plugins que aumentam ainda mais o nível de excelência do trabalho. 

Neste sentido, também veremos abaixo como o marketing de conteúdo contribui para tudo isso e deve ser um dos esforços principais nas estratégias de rankeamento.

Na verdade, é na criação constante de materiais gratuitos e de qualidade, daqueles que realmente agreguem valor aos leitores, que reside o segredo de toda estratégia que visa aumentar o tráfego e a autoridade de um site, seja ele de que tipo for.

Portanto, se você quer entender um pouco sobre como a união entre dois gigantes (WordPress e SEO) pode beneficiá-lo e mudar o seu negócio, siga conosco na leitura deste artigo.

Antes de tudo: o marketing de conteúdo

Como vimos, a busca por uma autoridade sólida no seu mercado e por uma audiência sustentavelmente crescente é o melhor esforço que você pode empreender.

As estratégias de SEO (Search Engine Optimization, traduzido como Otimização para Mecanismos de Busca), cuidam da parte técnica de uma página, seja ele criada no WordPress ou em qualquer outra plataforma.

Assim, ao criar uma página sobre peças para compressor de ar comprimido, por exemplo, o importante é que ela cumpra alguns requisitos, tais como:
  • Responsividade (mobile);
  • Ser de rápido acesso e navegação;
  • Linkagens internas bem estruturadas;
  • Linkagens externas de relevância;
  • Escaneabilidade e experiência do leitor;
  • Títulos e marcações alinhadas.
Contudo, é evidente que tudo isso não adiantaria muito se o visitante, ao sair da etapa de pesquisa/comparação para a de leitura, se deparasse com um conteúdo ruim.

Aí é que entra o marketing de conteúdo. Vejamos o exemplo de um texto de blog da área de empilhadeira a diesel. 

Nesse sentido o conteúdo pode apresentar lacunas como estar mal escrito em termos gramaticais, a ponto de talvez ser incompreensível em alguns pontos.

Ou pode estar bem escrito, mas não trazer informações relevantes para quem busca soluções alternativas em termos de funcionamento do motor de uma empilhadeira. Afinal, se a pessoa busca pela palavra-chave “diesel”, ela quer ler algo nesse sentido.

Ele pode ainda, o que é pior, acumular os dois problemas supracitados: além de ser irrelevante, ser redundante e não trazer nada de novo.

Portanto, se o tráfego ou audiência é fundamental, o que vai garantir que seus leitores se engajem e continuem consumindo sua solução (um produto, um serviço ou apenas a publicação dos textos), é a qualidade do material.

Desse modo, é o marketing de conteúdo que garante a qualidade do conteúdo. A qualidade, por sua vez, garante sua autoridade no mercado em que você se propõe atuar.

Que tipo de tráfego você está buscando?

Após garantir-se como uma autoridade no assunto, a palavra da vez é, e não poderia deixar de ser: audiência. 

Afinal, o marketing tem as mesmas finalidades em todo canto, independentemente de ser o digital ou o tradicional.

Desse modo, continua valendo a regra de que “para ser lembrado, você precisa ser visto”. Não basta, por exemplo, trazer ao Brasil as maiores novidades sobre empilhadeira para container, garantindo um conteúdo tão bom quanto os europeus e norte-americanos.

Você também precisa impulsionar o seu material e garantir um bom ranqueamento nos motores de busca. Esse “ranking” é que define sua posição quando alguém pesquisar pelas palavras-chave “empilhadeiras para container”, por exemplo.

Hoje, existem vários tipos de tráfego classificados, sendo os principais:
  • O tráfego pago;
  • O tráfego direto;
  • O tráfego social;
  • O tráfego de referência;
  • O tráfego orgânico.
O tráfego pago lida com publicidade de tipo PPC (Pague por Clique). O direto se refere a quando alguém digita o seu domínio na barra de endereço e o social é advindo das redes ou mídias sociais.

Os dois últimos são, justamente, os mais pertinentes para uma boa estratégia de SEO, por isso se relacionam intimamente com a plataforma WordPress. Assim, o de tráfego de referência remete às linkagens entre páginas externas.

Neste caso, um artigo sobre manutenção em cabine primária pode levar a outros canais que lidam com temas afins, como distribuição de energia elétrica, níveis de tensão, modos de economizar na conta, etc. Isso enriquece a experiência de quem lê o material.

Adiante, entenderemos como todas essas relações se estabelecem de modo a garantir uma otimização infalível para o seu website.

Assertividade e velocidade dos conteúdos

Somando os conceitos mencionados acima, uma das dicas mais preciosas sobre SEO é uma boa gestão do uso de palavras-chave.

É justamente esse estudo ou gestão de palavras que garantirá que os seus conteúdos são relevantes, atraentes e remetem a uma demanda existente no mercado.

Os próprios motores de busca costumam dispor de um sistema de tipo Keyword Planner que permite fazer um planejamento com base em índices reais.

Assim, antes de escrever uma página sobre enchimento torre de resfriamento você pode descobrir se não há um modo melhor de criar sua palavra-chave, talvez invertendo a ordem delas, ou inserindo algum termo como “tudo sobre”, ou “o que é” e assim por diante.

Depois disso, você pode segmentar uma lista de palavras-chave e trabalhá-la na plataforma WordPress, dando prioridade para as mais promissoras e requisitadas.

Além da assertividade, é fundamental investir na velocidade. A própria plataforma WordPress sabe disso, uma vez que, como vimos acima, esse é um critério importante de ranqueamento.

Exatamente por esse motivo que hoje existem alguns servidores de hospedagem com pacotes específicos para a plataforma de que estamos tratando. Portanto, vale muito a pena focar a atenção nisto.

Os 5 plugins mais incríveis da atualidade

Os plug-ins que mencionamos no topo deste post são recursos inteiramente integrados com a plataforma WordPress.

Por isso mesmo, eles vão muito além de técnicas que podem ser harmonizadas com ela, tal como as vistas acima; embora não sejam exclusividade desse gestor de conteúdo.

Seja como for, os principais plugins são:
  1. W3 Total Cache;
  2. Smush Image Compression;
  3. Yoast SEO;
  4. Sucuri;
  5. AMP.

1. Agilizando o acesso ao site

O W3 Total Cache lida com velocidade, daí o título (cache), que é uma memória que guarda informações do site no seu computador para “desafogar” o servidor e permitir acessos mais rápidos.

Como vimos, a medida do tempo que um site pede para ser carregado é um fator fundamental na sua nota e ranqueamento nos grandes motores de busca. 

Por esse motivo, algumas empresas lidam com relatórios semanais para manter o controle desse fator.

Sobretudo quando lidam com conteúdos mais extensos e técnicos, como termômetro de globo digital, da área de verificação e medições.

2. Imagens sem lentidão

O plug-in Smush Image Compression, como sugere o nome, serve para comprimir algumas fotos e imagens.

Não é preciso dizer qual a importância de ter boas imagens em um site e sobretudo em blogs. Afinal, as imagens podem ser bem informativas e trazem um respiro para o texto.

O que nem todo mundo sabe é como elas podem ser pesadas em termos de tamanho e, com isso, trazer lentidão.

Então, não deixe de utilizar esse plugin para otimizar suas imagens.

3. A excelência do SEO

Como vimos acima, os títulos, tags, meta tags (que são descrições resumidas em linguagem técnica do que a página trata) e elementos textuais são importantíssimos.

Pois bem, o Yoast SEO cria mapas, marcações e estruturações que seriam bem difíceis de fazer por conta. Ele leva ao limite a noção de que o conteúdo não basta: é preciso cumprir requisitos técnicos de otimização.

Assim, ele vasculha qualquer conteúdo, por mais técnico que seja o texto (como um artigo sobre ponte rolante manual) e aponta quais as otimizações são necessárias.

4. Como vai a segurança da página?

Quem lida com hospedagem e produção de conteúdos sabe a importância de trabalhar com plataformas seguras.

No entanto, nem sempre é fácil evitar invasões e ações hacking, as quais podem prejudicar e muito o que todo seu SEO já conquistou.

Defenda-se disso com o plug-in Sucuri. É a típica situação que só incomoda quando ocorre; mas, em nome da prudência, precisa ser pensada antes.

5. Tecnologia móvel

Também vimos que a responsividade é fundamental, ou seja, a capacidade de a página se adequar aos dispositivos móveis.

O plug-in AMP é indispensável para isso. Conforme seu nome, o Accelerated Mobile Pages (algo como Aceleração para Páginas Móveis) garante que você será melhor ranqueado também nesse algoritmo.

Assim, seu artigo referencial sobre barramento neutro poderá ser lido tanto nos computadores, como em smartphones e outros dispositivos móveis.

Em todos os casos citados acima, o que vimos é que a união entre a plataforma WordPress e o SEO voltado para os grandes motores de busca pode gerar, se bem feita, uma autoridade e uma audiência incríveis para o seu negócio.

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Eduardo Larbac

Eduardo Larbac é especialista em Marketing Digital. Sua meta é ajudar pessoas a realizar o sonho de criar um Negócio Online a partir do zero.

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