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Como migrar um negócio físico para o digital na pandemia?

Eduardo Larbac - 29 de junho de 2020

Como migrar um negócio físico para o digital na pandemia? Como migrar um negócio físico para o digital na pandemia?
Quem tem um negócio próprio, como uma loja, por exemplo, está sentindo os efeitos da pandemia muito mais do que outros setores.

Diversos comércios foram fechados para garantir o distanciamento social, o que tem trazido prejuízos financeiros. Só que esta é a única maneira de evitar o contágio da doença e colapsar o sistema de saúde.

Isso fez com que muitos lojistas partissem para outro meio de venda, que tem crescido muito no Brasil e no mundo: o e-commerce.

Antes mesmo da pandemia, este modelo de negócio já estava ganhando espaço, tanto entre os consumidores quanto entre os empreendedores. Isso porque ele traz muitas facilidades.

O consumidor não precisa sair de casa para comprar o que precisa e o lojista não precisa investir em infraestrutura física, além de outros gastos. 

Mas, mais do que isso, o e-commerce está salvando muito comércio da falência e ajudando a sobreviver nesse período.

É importante lembrar que a tendência é que as vendas pela internet cresçam cada vez mais, mesmo após a pandemia, o que vai acabar obrigando os empreendedores a trabalhar com essa opção.

Por isso, neste artigo, vamos falar sobre e-commerce para negócios já existentes e tudo o que ele tem a oferecer aos empreendedores.

Importância de adotar o modelo e-commerce neste momento

O comportamento do consumidor mudou muito nos últimos tempos, por conta da internet. As pessoas têm mais opções e oportunidades de comprar aquilo que desejam com o melhor preço e nas melhores lojas.

A internet trouxe, também, outra modalidade de compra, feita totalmente on-line: o e-commerce. Por meio dele, o consumidor pode comprar armários planejados para quarto e qualquer outro produto ou serviço.

Com isso, as pessoas começaram a notar que essa modalidade de compra e venda traz muitas facilidades, já que elas podem comprar qualquer coisa, a qualquer momento e de qualquer lugar.

Isso fez com que as vendas on-line crescessem muito ao longo do tempo, até ser o que conhecemos hoje. Inclusive, grandes marcas criaram seus sites de venda on-line para integrar as suas lojas físicas.

O crescimento das vendas pela internet era algo natural, até que começamos a enfrentar uma crise de saúde pública, de dimensões que há muito tempo a humanidade não via. E a pandemia do coronavírus mudou completamente a rotina de:
  • Lojas;
  • Restaurantes;
  • Prestadoras de serviço;
  • Comércio em geral.
Essas empresas tiveram que fechar suas portas e, no Brasil, ainda não existe uma previsão de normalidade. O prejuízo foi grande para muitas, menos para aquelas que se voltaram para as vantagens do e-commerce.

Empresas de esquadrias de alumínio, por exemplo, que vendem esse material, puderam continuar a gerar receita na internet. A necessidade de consumo das pessoas não mudou, o que mudou é a maneira como elas estão comprando.

O negócio eletrônico tem como principal vantagem neste momento a possibilidade de continuar lucrando e vendendo pela internet, para que os negócios consigam sobreviver.

A tendência é que, após esse período, as pessoas continuem comprando pela internet, uma vez que estão mais adeptas e confiantes com essa modalidade. Portanto, trata-se de uma mudança definitiva, sendo necessário se adaptar.

Como é a transição

Se existe essa necessidade de mudança, é importante saber como ela acontece para os negócios físicos. Lembrando que isso não significa fechar a loja física definitivamente, pois uma pode complementar a outra.

Por exemplo, o consumidor pode pesquisar o preço de grama sintética na plataforma e-commerce e ir até a loja para comprar ou, até mesmo, fazer a compra no site e retirar na loja.

De qualquer forma é preciso entender que inaugurar um negócio eletrônico é diferente de inaugurar um físico. O planejamento envolve outros requisitos, uma vez que a inauguração envolve outras decisões e a necessidade da tecnologia aumenta.

Os investimentos também passam a ter outras finalidades e o processo de venda é completamente diferente. Portanto, tudo o que envolve o e-commerce, como pessoas, processos e tecnologia é diferente da loja física.

Por exemplo, na loja virtual de uma empresa de cabeamento estruturado a venda se inicia com um catálogo de produtos bem estruturado, com informações e descrições ricas.

Depois, chega ao carrinho de compras, necessita da aprovação do pagamento, para depois separar a mercadoria, fazer a expedição do pedido e entregar a compra ao consumidor.

Tudo isso leva alguns dias, o que significa que o negócio terá um espaço de tempo maior para se relacionar com o cliente. No início pode ser desafiador, principalmente para lojistas que só trabalharam com a venda física.

Ainda, para se sobressair nesse meio, existe um passo a passo que precisa ser seguido para iniciar as vendas pela internet.

Como começar a vender pela internet

Antes de seguir esses métodos é importante entender quais são os diferenciais do negócio, ou seja, quais são os pontos fortes da empresa.

Para ficar mais fácil, recomenda-se listar essas qualidades da loja física, que podem estar relacionados a:
  • Atendimento de qualidade;
  • Vitrine atraente;
  • Agilidade no processo de compra;
  • Novidades e produtos exclusivos.
Após listar todos esses pontos fortes, é hora de colocar a mão na massa e criar o site de vendas. Para isso, é preciso:

Escolher uma plataforma

Depois de criar um domínio, como “lojademoveis.com.br” é hora de escolher uma boa plataforma de vendas. Por conta da pandemia, cresceu muito o número de desenvolvedores que já deixam o site pronto para começar a vender.

Neste caso, a loja de móveis só precisa cadastrar seus produtos, como mesa saarinen oval, colocar o preço e outras descrições e começar as vendas.

Mesmo com tanta facilidade, depois de escolher a plataforma, é hora de pensar em outras necessidades, que veremos a seguir.

Configurar opções de pagamento

Trata-se de uma das etapas mais importantes da configuração do site, para isso, é necessário contar com o apoio de um processador de pagamento.

São essas empresas que vão receber ao dados de pagamento dos clientes, contratar as empresas de cartão de crédito e bancos, processar o pagamento e avisar quando a loja pode liberar o pedido.

Organizar a loja

Para organizar a loja é preciso definir o tema do site, inserir o logotipo e criar uma página que fale sobre o negócio e que ofereça canais de contato, como e-mail ou telefone.

Uma loja de vidro laminado temperado, por exemplo, pode destacar as formas de pagamento, criar uma área exclusiva para o banner, divulgar promoções, etc.

Vantagens do e-commerce

Ao tomar todos os cuidados no passo a passo básico, os lojistas terão acesso a muitas vantagens que essa modalidade traz, tais como:

Mais praticidade para os clientes

Atualmente, o maior impedimento para as compras é a necessidade do distanciamento social. Por isso, comprar pela internet é a solução que as pessoas precisam para ter acesso aos produtos que necessitam em seu dia a dia.

Portanto, se uma loja que vende tecidos rusticos para decoração trabalhar com plataforma e-commerce, vai facilitar a vida de seus clientes neste momento.

Funcionamento 24/7

Além de poder continuar vendendo, é possível fazer isso 24 horas por dia, nos 7 dias da semana e o melhor, para o país todo, inclusive para fora dele.

Dessa forma, não existem limites para a venda e as oportunidades são maiores. Mas tudo vai depender de uma boa divulgação.

Como divulgar a marca com o e-commerce

Uma loja que venda bobina para relógio de ponto há mais de 30 anos em São Paulo precisa trabalhar a sua marca no e-commerce, assim como o negócio que foi criado há um mês.

Para isso, ela deve apostar no Marketing Digital, uma vez que estamos falando de um comércio 100% on-line, mesmo possuindo uma loja física.

É necessário criar um planejamento de marketing para e-commerce, que atraia visitantes para o site e os transformem em clientes. E dentre as melhores estratégias para fazer isso está:
  • SEO;
  • Anúncios pagos;
  • Marketing de conteúdo;
  • Redes Sociais.
Por meio dessas estratégias, principalmente das redes sociais, a loja física consegue trabalhar a sua marca no e-commerce e conscientizar o seu público-alvo a respeito dessa modalidade de vendas.

Conclusão

A pandemia pode ter trazido muitos problemas e dificuldades para o dia a dia do comércio, mas com a internet é possível vencer esses obstáculos e sobreviver a essa crise, que vai passar.

É o momento de aprender novas possibilidades e expandir a capacidade de trabalhar e os conhecimentos. Mesmo porque, a venda pela internet é um modelo de negócio que veio para ficar e se tornará única futuramente.

Por isso, investir no e-commerce é mais do que sobreviver a essa crise, é estar pronto para o futuro e conquistar um espaço gratificante no mercado.

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Eduardo Larbac é especialista em Marketing Digital. Sua meta é ajudar pessoas a realizar o sonho de criar um Negócio Online a partir do zero.

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